FOME OCULTA: a síndrome que atinge 1 a cada 4 pessoas no mundo.

A síndrome da Fome Oculta é definida como uma carência não explícita de um ou mais micronutrientes, em que há alterações fisiológicas mínimas, não perceptíveis no exame clínico de rotina. Por ser um fenômeno pouco divulgado, este problema silencioso deixa o organismo mais fraco e vulnerável a inflamações e infecções por que geralmente é diagnosticado já em estágio avançado.

Ou seja, a Fome Oculta não tem efeitos imediatos, mas pode estar relacionada à alguns sinais subclínicos, como apatia, fraqueza, sonolência, falta de apetite, alterações de comportamento, como depressão e irritabilidade. E posteriormente comprometer várias etapas do processo metabólico, com alterações no sistema imunológico, nas defesas antioxidantes e no desenvolvimento físico e mental. A deficiência é fator predisponente/agravante de diversas doenças crônicas, como doenças cardiovasculares, hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemia, obesidade, alguns tipos de câncer e osteoporose, entre outras.

Mesmo que haja uma alimentação saudável, o organismo pode sofrer essa carência por outros fatores, como o aumento da frequência e intensidade de exercícios físicos, a baixa exposição solar, o aumento de peso, algumas disfunções hormonais, menos horas de sono que o necessário, estresse intenso, entre outras alterações. Fatores esses que utilizam mais micronutrientes do que o recebido. Com isso, é importante fazer avaliações médicas regulares, para os ajustes nutricionais necessários, com uso de suplementação e vitamínicos.

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